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	<title>Deputado Federal Darcísio Perondi - Rio Grande do Sul - PMDB/RS</title>
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	<description>Deputado federal pelo Rio Grande do Sul do partido do PMDB/RS, presidente da Frente Parlamentar da Saúde, vice-líder do PMDB na Câmara dos Deputados atuante na saúde pública</description>
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		<title>Prefeitos exigem distribuição dos royalties do petróleo</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 18:31:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Paiva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias do Deputado]]></category>

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		<description><![CDATA[Os prefeitos gaúchos, participantes da 15ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, reuniram-se com integrantes da bancada do Rio Grande do Sul na Câmara, para debater o Projeto de Lei 2565/11, já aprovado pelo Senado, que define regras para a partilha dos recursos dos royalties do petróleo. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os prefeitos gaúchos, participantes da 15ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, reuniram-se com integrantes da bancada do Rio Grande do Sul na Câmara, para debater o Projeto de Lei 2565/11, já aprovado pelo Senado, que define regras para a partilha dos recursos dos royalties do petróleo. O PL, segundo estimativa da Mesa Diretora, deve ser votado pela Câmara no mês de junho. A 15ª edição da Marcha dos Prefeitos defende a redistribuição dos royalties de petróleo para todos os Estados e municípios, não só os produtores.</p>
<p>O relator, deputado Carlos Zarattini, disse que vai modificar o texto aprovado no Senado para fixar as áreas que devem ser beneficiadas pelas verbas dos royalties que vão para o Fundo Especial dos Estados e Municípios. Segundo Zarattini, 50% desses recursos deverão ser aplicados em educação; e os outros 50%, em infraestrutura e tecnologia.</p>
<p>A grande maioria dos prefeitos defende que a nova forma de divisão de royalties sirva tanto para as áreas que ainda serão exploradas quanto para os campos em produção. Já a presidente Dilma Rousseff chegou a ser vaiada pelos participantes da Marcha depois de fazer a seguinte sugestão: &#8220;Não acreditem que vocês conseguirão resolver a distribuição de hoje para trás. Lutem pela distribuição de hoje para a frente&#8221;.</p>
<p>Para o deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS), os prefeitos vaiaram a presidente Dilma porque ela não falava em seu discurso sobre saúde e royalties. “Ha outras formas de protesto, não concordo com as vaias, mas as prefeituras quase não suportam mais os gastos em saúde. O governo Federal precisa colocar mais recursos no setor&#8221;, afirmou Perondi.</p>
<p>Segundo o deputado gaúcho, “os recursos dos royalties são importantes para nosso Rio Grande do Sul, para novas estradas, escolas profissionalizantes, hospitais, para um maior desenvolvimento do Estado. Sendo o petróleo extraído do fundo do mar, pertence a todo o País, não só ao Rio de Janeiro e ao Espírito Santo”, completou.</p>
<p><a href="http://darcisioperondi.com.br/wp-content/uploads/2012/05/DSC00488.jpg" rel="lightbox[5226]" title="DSC00488"><img class="alignleft size-large wp-image-5227" title="DSC00488" src="http://darcisioperondi.com.br/wp-content/uploads/2012/05/DSC00488-500x375.jpg" alt="DSC00488 500x375 Prefeitos exigem distribuição dos royalties do petróleo" width="500" height="375" /></a></p>
<p><a href="http://darcisioperondi.com.br/wp-content/uploads/2012/05/DSC00490.jpg" rel="lightbox[5226]" title="DSC00490"><img class="alignleft size-large wp-image-5228" title="DSC00490" src="http://darcisioperondi.com.br/wp-content/uploads/2012/05/DSC00490-500x375.jpg" alt="DSC00490 500x375 Prefeitos exigem distribuição dos royalties do petróleo" width="500" height="375" /></a></p>
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		<title>Áudio &#8211; RS exige renegociação de dívida com União</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 19:55:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Paiva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Áudios do Deputado]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[Rio Grande do Sul e outros 11 Estados exigem a renegociação de suas dívidas com a União]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Rio Grande do Sul e outros 11 Estados exigem a renegociação de suas dívidas com a União</p>

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		<title>Assine o manifesto do Movimento Saúde Rio Grande, Cumpra-se a Lei</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 19:26:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Paiva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Outras Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[http://www.sauderiogrande.org.br/assinatura.html]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Participe desta grande mobilização por mais recursos para a saúde. A Constituição obriga o Estado a investir 12% de sua arrecadação na saúde. Infelizmente, o Rio Grande do Sul só investe 6%. Assine o manifesto e participe do coro pela saúde. Assine o manifesto aqui:</p>
<p><a href="http://www.sauderiogrande.org.br/assinatura.html">http://www.sauderiogrande.org.br/assinatura.html</a></p>
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		<title>Rio Grande do Sul exige a renegociação da dívida com a União</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 17:11:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Paiva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias do Deputado]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi iniciado no Rio Grande do Sul um grande movimento suprapartidário em defesa da renegociação das dívidas dos Estados com a União, hoje no valor de R$ 433 bilhões. Só o Rio Grande do Sul deve 10% desse montante, R$ 44,4 bilhões.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi iniciado no Rio Grande do Sul um grande movimento suprapartidário em defesa da renegociação das dívidas dos Estados com a União, hoje no valor de R$ 433 bilhões. Só o Rio Grande do Sul deve 10% desse montante, R$ 44,4 bilhões, o que torna seu pagamento inviável, diante das demandas dos serviços à população. A Assembleia Legislativa gaúcha, por iniciativa do PMDB, fez sua parte e promoveu um seminário com representantes de outros 11 estados, todos com as mesmas dificuldades de honrar seus compromissos financeiros com o Governo Federal. Nos próximos dias será lançada a “Carta de Porto Alegre”, exigindo uma resposta do Palácio do Planalto e a revisão do acordo firmado com a União em 1998.</p>
<p>Segundo explicou o deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS), até 2000, seis estados deviam mais de duas vezes o valor de sua receita corrente líquida. Desde 2010, só o Rio Grande do Sul amarga essa condição. Hoje, o custo anual da dívida gaúcha é de 2,7 bilhões, ou seja, 13% da receita corrente líquida. Em 1998, o Rio Grande do Sul devia R$ 11 bilhões. Até 2010, pagou o equivalente a R$ 18,7 bilhões, mas ainda deve R$ 44,4 bilhões. Para Perondi, “isso é um absurdo”.</p>
<p>O parlamentar lembra que, em 1998, o acordo foi interessante e positivo para os Estados e ótimo para o Plano Real, que estava sendo implantado. Mas, ao longo desses 14 anos, as unidades federadas não aguentaram pagar suas dívidas, principalmente o Rio Grande do Sul. “Naquela época, o Governo Federal aplicou como indexador um índice que nem usa mais, o IGP-DI (Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna), da Fundação Getúlio Vargas. Obrigou um comprometimento de no máximo 13% da arrecadação de cada estado para pagar suas dívidas. O juro sobre juro é bem pior que o pago pelo consumidor na compra de uma geladeira, de um carro ou de uma casa. Para os estados é uma sangria”, afirmou Perondi.</p>
<p>Os signatários da Carta de Porto Alegre não querem exatamente a renegociação e nem a repactuação das dívidas. Querem refazer os contratos. O objetivo é alterar a Lei nº 9.496/97 para viabilizar o refazimento dos contratos, obedecendo algumas diretrizes mínimas: proibição de cobrança de juros; proibição de qualquer indexação, ou no máximo, a adoção do IPCA; definição de um único percentual de comprometimento da Receita Líquida Real &#8211; proposta de 5%; obrigação de recalcular o plano de amortização com a incorporação dessas novas diretrizes desde a data do recebimento do empréstimo; e determinação de inclusão da cláusula do equilíbrio econômico-financeiro do contrato, a fim de que se possa corrigir eventuais distorções que venham a prejudicar as finanças dos Estados.</p>
<p>Além de uma Comissão Especial na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, a Câmara dos Deputados também tem um grupo estudando Projetos de Lei que tratam da renegociação das dívidas dos Estados com a União. Segundo Perondi, que integra esse grupo, para que sejam refeitos os contratos entre Estados e a União, também será necessária uma base legal. “Toda dívida deve ser honrada e paga, mas ela foi assinada sob pressão há 14 anos, com indicadores absurdos. Esses juros escorchantes prejudicam toda a população, uma vez que os Estados ficam sem dinheiro para a educação, saúde e obras. E a União, que tem arrecadado como nunca, não pode deixar os Estados à mingua”, completou Darcísio Perondi.</p>
<div id="attachment_5209" class="wp-caption alignleft" style="width: 510px"><a href="http://darcisioperondi.com.br/wp-content/uploads/2012/05/DF5_4659.jpg" rel="lightbox[5208]" title="DF5_4659"><img class="size-large wp-image-5209" title="DF5_4659" src="http://darcisioperondi.com.br/wp-content/uploads/2012/05/DF5_4659-500x333.jpg" alt="DF5 4659 500x333 Rio Grande do Sul exige a renegociação da dívida com a União" width="500" height="333" /></a><p class="wp-caption-text">Foto (Hermínio Oliveira): Perondi integra grupo de deputados que analisa Projetos de Lei que tratam da renegociação das dívidas dos Estados com a União</p></div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Previdência Complementar do servidor em perguntas e respostas</title>
		<link>http://darcisioperondi.com.br/previdencia-complementar-do-servidor-em-perguntas-e-respostas/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 14:22:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Paiva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Leituras Recomendadas]]></category>

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		<description><![CDATA[“Este texto destina-se a responder às principais dúvidas dos servidores públicos sobre o novo regime previdenciário”

FONTE: Congresso em Foco. Por Antônio de Queiroz]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>15/05</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Matéria extraída do site:www.congressoemfoco.com.br</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por Antônio de Queiroz:  Jornalista, analista político, diretor de documentação do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), colunista da revista Teoria e Debate, idealizador e coordenador da publicação Cabeças do Congresso. É autor dos livros Por dentro do processo decisório – como se fazem as leis e Por dentro do governo – como funciona a máquina publica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com o propósito de esclarecer algumas dúvidas a respeito da Previdência Complementar do servidor público, instituída em nosso ordenamento jurídico por intermédio da Lei 12.618, de 30 de abril de 2012, apresentamos alguns esclarecimentos sobre esta nova modalidade de previdência para os detentores de cargo efetivos na União.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A matéria, mesmo de caráter facultativo ou opcional, é muito complexa. Poderão aderir ao novo regime tanto os servidores entrantes no serviço público a partir do início de funcionamento da entidade ou do fundo de pensão quanto os atuais, entendendo-se como tais todos que estejam em exercício e os que vierem a ingressar no serviço público até o dia anterior à instituição do fundo de pensão dos servidores, previsto para acontecer até 180 dias contados de 30 de abril de 2012, data da publicação da Lei 12.618.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para se ter uma idéia da complexidade do tema, basta dizer que somente para os atuais servidores, conforme definido no parágrafo anterior, existem quatro possibilidades de aposentadoria pelas regras atuais, que precisam ser consideradas antes de qualquer decisão sobre a adesão ou não à previdência complementar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Este texto, elaborado sob a forma de perguntas e respostas, portanto, destina-se a responder às principais dúvidas dos servidores públicos sobre o novo regime previdenciário. Esses esclarecimentos, em nossa avaliação, podem contribuir para preencher uma importante lacuna nesse momento de apreensão e até angustia dos servidores públicos com relação ao futuro de suas aposentadorias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1.Como é estruturado o Sistema Brasileiro de Previdência e onde entra a Previdência Complementar?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Sistema Brasileiro de Previdência é formado por um tripé com três regimes previdenciários: a) o Regime Geral, a cargo do INSS, b) o Regime Próprio dos servidores, de responsabilidade do Tesouro, e c) o Regime Complementar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Regime Geral de Previdência Social (GRPS), a cargo do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), é público e de caráter obrigatório para todos os trabalhadores do setor privado e servidores públicos contratados pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). De amplitude nacional e caráter contributivo, possui teto de contribuição e de benefício, atualmente de R$ 3.916,20 (abril de 2012). Oferta plano de benefício definido, o regime financeiro é de repartição simples e faz parte do sistema de Seguridade Social, que também custeia as despesas com Saúde e Assistência Social.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os Regimes Próprios dos Servidores Públicos, de responsabilidade dos respectivos tesouros (União, Estados e Municípios), são públicos e de caráter obrigatório para os detentores de cargo efetivo, no caso dos servidores civis, e para os servidores militares, no caso das Forças Armadas. Os planos ofertados são de benefício definido e, para os servidores civis, passará a ter teto de contribuição e de benefício a partir da instituição do fundo de pensão (Funpresp), que será igual ou o mesmo do INSS ou do RGPS. Faz parte do orçamento fiscal e o regime financeiro é de repartição simples.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Regime de Previdência Complementar é privado, possui caráter facultativo (voluntário), se organiza sob a forma de entidade aberta (bancos e seguradoras) e entidade fechada (fundo de pensão). É autônomo em relação à Previdência Social oficial e se baseia na constituição de reservas (poupança). Seu regime financeiro, portanto, é o de capitalização.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Lei 12.618 autoriza a criação de três fundos de pensão ou três entidades fechadas de previdência complementar para administrar o plano de benefício: 1) a Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal do Poder Executivo (Funpresp.Exe), para os servidores do Poder Executivo; 2) a Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal do Poder Legislativo (Funpresp.Leg), para os servidores do Poder Legislativo e servidores e membros do Tribunal de Contas da União; e 3) a Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal do Poder Judiciário (Funpresp.Jud), para servidores e membros do Poder Judiciário.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>2.A Previdência Complementar para os servidores públicos está prevista na Constituição?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sim, desde a Emenda à Constituição n° 20/1998, da reforma da previdência do governo FHC. A referida emenda acrescentou o § 14 ao art. 40 da Constituição para autorizar a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios a limitarem a cobertura do Regime Próprio de previdência dos servidores públicos ao teto do Regime Geral de Previdência Social, desde que instituam fundo de pensão para seus servidores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Emenda Constitucional 41/2003, no governo Lula, por sua vez, alterou a redação dada pela Emenda 20 ao § 15 do art. 40 da Constituição, para substituir a exigência de Lei Complementar por Lei Ordinária e para determinar que a entidade fechada de previdência (o fundo de pensão) do servidor ofertaria aos seus participantes planos de benefícios somente na modalidade de contribuição definida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>3.Se a Previdência Complementar do servidor está prevista na Constituição desde 1998, por que somente em 2012 foi aprovada a lei que criou a Funpresp?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Porque houve forte resistência dos servidores públicos nos governos anteriores. O governo FHC, apesar ter enviado projeto de lei complementar, não teve força política para transformá-lo em lei. O governo Lula, que na reforma da previdência passou a exigir lei ordinária para regulamentar essa matéria, mesmo tendo enviado o PL 1.992/2007, não conseguiu aprová-lo antes do término de seu mandato. A presidente Dilma Rousseff, com menos de dois anos de mandato, mesmo com a oposição dos servidores e suas entidades, conseguiu no Congresso Nacional a aprovação do PL 1.992, que foi transformado na Lei nº 12.618, de 30 de abril de 2012.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>4.Que benefícios a entidade de Previdência Complementar ou o Fundo de Pensão é obrigado a oferecer a seus participantes?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além do benefício programado, que é a complementação da aposentadoria, o fundo de pensão deve assegurar, também, os benefícios não programados para os eventos de invalidez e morte. Em relação a estes, o fundo de pensão tanto poderá administrá-los diretamente quanto contratá-los externamente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>5.Qual a principal mudança na aposentadoria com a Lei da Previdência Complementar?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com a criação da Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal (Funpresp), o valor das aposentadorias e pensões no serviço público civil deixará de ser integral ou de ter por base de cálculo a totalidade da remuneração, e ficará limitado ao teto do Regime Geral de Previdência Social (RGPS), atualmente fixado em R$ 3.916,20. E para fazer jus a esse benefício limitado ao teto, o servidor contribuirá com 11% até esse limite. Essa regra valerá, obrigatoriamente, para todos os servidores que ingressarem no serviço público após a instituição do fundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>6.Então deixa de existir a possibilidade de aposentadoria integral ou com base na totalidade da remuneração?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para os servidores admitidos após a criação do fundo, sim. Eles serão segurados obrigatórios do Regime Próprio do servidor somente até o teto do INSS. Acima disto poderão aderir à Previdência Complementar, filiando-se à Funpresp.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>7.É bom negócio, para este novo servidor, optar pela Previdência Complementar?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É sim. Por dois motivos. Primeiro, porque ele garante uma complementação de sua aposentadoria. E segundo, porque o governo contribuirá com até 8,5% da parcela da remuneração que exceda ao teto do INSS para a complementação de aposentadoria desses servidores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>8.E como será a forma de contribuição do servidor que ingressar na Previdência Complementar?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ele contribuirá para o Regime Próprio, até o teto do Regime Geral ou do INSS, no percentual de 11%, e acima disto contribuirá com o percentual que desejar para o Fundo de Pensão dos Servidores. O governo, como patrocinador, só contribuirá com até 8,5%.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>9.E se o novo servidor quiser contribuir com mais de 8,5%, ele pode?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pode sim. A regra é a seguinte. O governo, como dito anteriormente, contribui com o mesmo percentual do servidor até o limite de 8,5%. Ou seja, se o servidor contribuir com menos, 5% por exemplo, a contribuição do governo será paritária. Se, entretanto, o servidor resolver contribuir com 12%, o governo para nos 8,5%. Dizendo de outra forma, se for para contribuir com menos de 8,5%, o governo acompanha. Se for para contribuir com mais, o Executivo para nos 8,5%.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>10.E se o servidor quiser contribuir para outra entidade de Previdência Complementar que não a Funpresp, ele receberá a contrapartida da União?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não. Ele só terá a contrapartida do patrocinador, de até 8,5%, se aderir à Funpresp.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>11.Se o servidor que participe do Fundo de Pensão vier a adoecer, quem pagará seu salário acima do teto previdenciário?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Regime Próprio ao qual é filiado obrigatório. O art. 202 da Lei 8.112, de 1990, prevê que “será concedida ao servidor licença para tratamento de saúde, a pedido ou de ofício, com base em perícia médica, sem prejuízo da remuneração a que fizer jus”. Assim, durante o período em que estiver afastado por motivo de saúde, seu salário será pago pelo Regime Próprio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>12.Como fica a situação dos atuais aposentados e pensionistas, com a instituição da Previdência Complementar do servidor público?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Permanece inalterada. Não serão atingidos com as novas regras, exceto indiretamente, pela quebra da solidariedade entre o novo servidor (que vier a ingressar no serviço público depois da criação do fundo de pensão), e eles, já que os novos servidores não terão direito à paridade. Isso, certamente, motivará pressões pela separação do aumento ou reajuste dos servidores ativos e dos aposentados e pensionistas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>13.E como ficam os atuais servidores, aqueles que contribuem pela totalidade da remuneração?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Também não serão afetados. Todos os servidores que já estavam no serviço público antes da criação do fundo de pensão poderão continuar contribuindo com a totalidade de sua remuneração e poderão se aposentar com base na última remuneração, seja integral ou pela média das contribuições. Os que ingressaram antes da reforma de 1998 terão direito à paridade e integralidade, além de poderem se beneficiar da regra de transição, que permite a troca do tempo de contribuição por idade (fórmulas 85 para mulher e 95 para homem). Também terão direito a paridade e integralidade os servidores que ingressaram no serviço público entre a vigência das Emendas Constitucionais 20, de 15 de dezembro de 1998, e 41, de 19 de dezembro de 2003, desde que contem idade mínima (55 anos mulher e 60 homem), tempo de contribuição (30 anos mulher e 35 homem), e comprovem 20 anos de serviço público, dez na carreira e cinco no cargo. Já os que ingressaram a partir de 2004 até a data anterior à instalação do fundo de pensão, após completarem os requisitos para aposentadoria, terão direito à aposentadoria com base na atualização mês a mês de suas contribuições, e terão um benefício senão igual, com certeza muito próxima da última remuneração.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>14.Então os servidores admitidos antes da criação do Fundo não serão submetidos obrigatoriamente ao novo teto do Regime Próprio?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Isto mesmo. Eles não serão obrigados a aderir ao novo regime. Mas a lei faculta a eles migrarem para a Funpresp nos primeiros 24 meses de vigência do fundo de pensão. Se, livre e espontaneamente, resolverem aderir, o que acontecerá de forma irreversível, esse servidor terá direito a três benefícios, mas sem nenhuma garantia de que a soma deles será igual a última remuneração. O primeiro será equivalente à contribuição ao Regime Próprio, limitada ao teto, que será corrigido anualmente na mesma data e índice de reajuste dos benefícios do INSS, o INPC. O segundo, um benefício diferido ou especial correspondente ao tempo em que contribuiu pela totalidade da remuneração, que será corrigido pelo IPCA – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo. E o terceiro, o que acumular de reservas no fundo de pensão, cuja atualização depende da rentabilidade do mercado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>15.É bom negócio o servidor migrar para a Previdência Complementar?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se ele tiver dúvidas se vai ficar no serviço público até se aposentar, é bom negócio sim, porque se ele sair pode levar, mediante a portabilidade, o que acumulou no fundo de pensão. Já se tiver certeza que ficará até se aposentar, é melhor refletir muito bem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>16.Que tipo de reflexão o servidor deve fazer antes de migrar para a previdência complementar?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O servidor que decidir migrar para a previdência complementar, embora vá ter direito a um benefício diferido/especial proporcional ao tempo que contribuiu pela totalidade da remuneração, além de aposentadoria limitada ao teto pelo Regime Próprio, precisa saber que na previdência completar o percentual que será capitalizado para sua complementação será de 17% (8,5% dele e 8,5% do governo), dos quais serão descontados taxa de administração e percentuais para um fundo de cobertura de benefício extraordinário (para morte, invalidez, aposentadorias especiais, como magistério, aposentadoria da mulher e de sobrevida do assistido), enquanto no sistema em que ele contribui pela totalidade da remuneração, sua aposentadoria terá por base de cálculo 33% (11% dele e 22% do governo) da totalidade da remuneração.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>17.E quem pagará esse benefício diferido/especial relativo ao tempo passado com base na contribuição integral?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Será pago pelo órgão competente da União, por ocasião da concessão da aposentadoria do servidor, inclusive por invalidez, ou pensão por morte pelo Regime Próprio de Previdência da União, enquanto perdurar o benefício pago por este regime, inclusive junto com a gratificação natalina.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>18.Como será calculado o valor do benefício diferido/especial anteriormente mencionado?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O benefício especial será equivalente à diferença entre a média aritmética simples das maiores remunerações anteriores à data da opção pela Previdência Complementar, utilizadas como base para as contribuições do servidor ao Regime de Previdência da União, atualizadas pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA, divulgado pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, correspondentes a (80%) oitenta por cento de todo o período contributivo desde a competência julho de 1994 ou desde a data do início da contribuição, se posterior àquela competência, e o teto de contribuição do RGPS, multiplicada pelo fator de conversão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>19.Como ficará a situação de um servidor optante pela Previdência Complementar, se ele resolver deixar o serviço público?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ele terá quatro possibilidades quanto às reservas que acumulou no fundo de pensão. A primeira é o resgate da totalidade das contribuições vertidas por ele (as feitas pelo governo ficam com o fundo), descontada a taxa de administração. A segunda é o autopatrocínio, ou seja, ele se mantém vinculado à previdência complementar, mas terá que aportar ao fundo o percentual equivalente a sua contribuição, como participante, e a contribuição do patrocinador para garantir o benefício contratado. A terceira é a opção pelo benefício proporcional diferido (BPD), a ser concedido quando de sua aposentadoria. E quarto, a portabilidade, ou seja, a faculdade que ele tem de levar todas as suas reservas, inclusive a contribuição do patrocinador, para outro fundo de pensão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>20.Há diferença de planos de benefícios entre o Regime Próprio e o de Previdência Complementar?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sim. No Regime Próprio, o plano é de benefício definido, aquele em que você sabe previamente quanto terá de aposentadoria, ainda que sua contribuição possa variar ao longo do tempo, para maior ou para menor, porém com o governo contribuindo com o dobro do que contribui o servidor. Já no Regime Complementar, o plano será de contribuição definida, aquele em que o servidor tem clareza sobre o valor da contribuição, mas não tem a menor idéia de quanto terá de complementação, já que depende de variáveis que não controla, como a gestão do fundo, as crises e especulações nos sistema financeiro, etc.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>21.Como será o cálculo da aposentadoria no Regime Complementar?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O valor do benefício programado, a complementação da aposentadoria, será feito de acordo com o montante do saldo da conta acumulado pelo participante, devendo o valor do benefício estar permanentemente ajustado ao referido saldo. Ou seja, se as aplicações renderem mais do que o previsto, o titular da conta será beneficiado; se renderem menos, será prejudicado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>22.Como fica a situação de um servidor da União que ingressou no serviço público antes da criação da Funpresp e que, já na vigência do novo regime, foi aprovado em outro concurso público. Esse servidor perde o direito ao regime anterior?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quem ingressou em cargo efetivo no serviço público federal antes da criação da Funpresp, ainda que mude de cargo e de órgão, não está obrigado ao novo regime previdenciário, desde que tenha saído de um cargo e assumido o outro imediatamente, sem interrupção. Neste caso, mantém o direito ao regime anterior.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>23.Qual o prazo que o servidor tem para migrar do atual para o novo regime?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Será de 24 meses, contados da instalação do fundo de pensão. A lei fixa o prazo máximo para instalação do fundo de pensão em até 180 dias, contados de 30 de abril de 2012, data da publicação da Lei nº 12.618.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>24.O servidor com remuneração inferior ao novo teto do Regime Próprio pode se filiar à Funpresp?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pode sim, mas não terá a contrapartida do patrocinador. Ou seja, apenas ele irá contribuir para a complementação de sua aposentadoria. Apesar disto, é recomendável que o faça, já que no futuro poderá ter remuneração superior ao teto e passar a receber também a parcela devida pelo patrocinador, no caso o governo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>25.Sobre que base remuneratória incidirá a contribuição para o fundo de pensão?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Terá por base o valor da remuneração mensal que exceder ao teto do RGPS (R$ 3.916,20), limitado ao valor previsto no inciso XI do art. 37 da Constituição Federal (R$ 26.723,13), que corresponde ao teto do Supremo Tribunal Federal. Para efeito de contribuição serão consideradas as mesmas rubricas utilizadas como base de incidência para o Regime Próprio de Previdência da União.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>26.Que beneficio terá um servidor de outro ente federativo (estado ou município) que não tenha instituído a Previdência Complementar e que ingresse em cargo público efetivo federal?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Este servidor, desde que não tenha havido interrupção entre a saída do cargo anterior e o ingresso novo, terá direito ao benefício especial diferido relativo ao tempo que contribuiu sobre a totalidade de sua remuneração no cargo anterior, nos mesmos moldes assegurados aos servidores federais que migrarem para a Previdência Complementar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>27.Qual é o regime jurídico da entidade de Previdência Complementar?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Funpresp, segundo a Lei 12.618, será estruturada na forma de Fundação com personalidade jurídica de Direito Privado, terá autonomia administrativa, financeira e gerencial e sua sede e foro será no Distrito Federal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>28.Como será a estrutura de governança das entidades de Previdência Complementar?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As Entidades Fechadas de Previdência Complementar terão estrutura governativa com três colegiados: o Conselho Deliberativo e o Conselho Fiscal, ambos com participação paritária, sendo os representantes dos participantes eleitos diretamente e com mandato fixo, e a Diretoria Executiva, cujos membros serão indicados pelo Conselho Deliberativo. Segue a composição das instâncias colegiadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Conselho Deliberativo – Será integrado por seis membros, sendo três escolhidos pela patrocinadora, no caso o governo, e três eleitos pelos participantes e assistidos, sendo a presidência indicada pelo patrocinador.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Conselho Fiscal – Será integrado por quatro membros, sendo dois escolhidos pela patrocinadora, no caso o governo, e dois eleitos pelos participantes e assistidos, sendo a presidência indicada pelos participantes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Diretoria Executiva – Será integrada por, no máximo, quatro membros, nomeados pelo Conselho Deliberativo, conforme definido em regulamento.</p>
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		<title>PMDB completa 46 anos</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 21:44:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Paiva</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O maior partido político do País, o PMDB (Partido do Movimento Democrático Brasileiro), está completando 46 anos desde sua criação. Para marcar a data, foi realizada sessão solene no plenário do Senado, da qual participaram governadores, ministros e parlamentares do partido, entre outros convidados. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O maior partido político do País, o PMDB (Partido do Movimento Democrático Brasileiro), está completando 46 anos desde sua criação. Para marcar a data, foi realizada sessão solene no plenário do Senado, da qual participaram governadores, ministros e parlamentares do partido, entre outros convidados. O vice-presidente da República, Michel Temer, também participou do evento e destacou o trabalho de restauração da democracia no País, lembrando Ulysses Guimarães como seu grande condutor. “O PMDB se escora na tradição do passado, projetando um futuro grandioso para o Brasil”, afirmou Temer, que é presidente licenciado do partido.</p>
<p>Ao lembrar que este ano haverá eleições municipais, Temer destacou que o municipalismo sempre foi uma marca do PMDB. “Tudo começa no município. Essa sempre foi e sempre será a força movimentadora do PMDB”. Já o presidente do Senado, José Sarney, destacou que o partido sempre foi ator da democracia brasileira e grande lutador das causas sociais. Sarney lembrou também que foi durante o Governo do PMDB, na Constituinte de 1988, que nasceu o Sistema Único de Saúde (SUS), quando todos os brasileiros passaram a ter assistência médica digna.</p>
<p>O presidente nacional do PMDB, senador Valdir Raupp, elogiou os quadros do partido e destacou políticos históricos, como Ulysses Guimarães e Tancredo Neves, já falecidos, que fizeram o Partido crescer e alcançar o patamar atual. Hoje o PMDB tem o vice-presidente da República, cinco ministros de Estado, cinco governadores, oito vice-governadores, 19 senadores, 78 deputados federais, 150 deputados estaduais, 1.175 prefeitos, 907 vice-prefeitos, 8.495 vereadores, 27 diretórios estaduais, 4.671 diretórios municipais, 2.420.327 filiados e 15 milhões de simpatizantes.</p>
<p>Para o deputado Darcísio Perondi (RS), vice-líder do PMDB na Câmara, o senador Pedro Simon também foi e é importante para o partido. “Ele é um construtor, resistente, herói e mensageiro da ética e da esperança nestes 46 anos”. Segundo Perondi, “nossos companheiros foram heróis e destemidos, pois enfrentaram a ditadura”.</p>
<p>Perondi destacou ainda que o PMDB é um partido com bandeiras e metas definidas. Defende e lidera o processo de mudança e modernização do Código Florestal; a agricultura familiar; um Sistema Único de Saúde com mais recursos federais; a redistribuição dos royalties do petróleo para todos os Estados; e um choque radical de eficiência na educação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_5204" class="wp-caption alignleft" style="width: 510px"><a href="http://darcisioperondi.com.br/wp-content/uploads/2012/05/DSC00479.jpg" rel="lightbox[5203]" title="DSC00479"><img class="size-large wp-image-5204" title="DSC00479" src="http://darcisioperondi.com.br/wp-content/uploads/2012/05/DSC00479-500x375.jpg" alt="DSC00479 500x375 PMDB completa 46 anos" width="500" height="375" /></a><p class="wp-caption-text">O plenário do Senado ficou cheio para a sessão solene em homenagem ao PMDB</p></div>
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		<title>Perondi desafia estudantes a participar da luta pelo SUS</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 19:03:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Paiva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias do Deputado]]></category>

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		<description><![CDATA[O deputado federal Darcísio Perondi (PMDB-RS) palestrou sábado no 2º Congresso de Política e Direito de Santa Maria. Com o tema Política em Saúde: Congresso Nacional e a Sociedade, defendeu e relembrou a história do SUS, relatando seus mais recentes avanços como a regulamentação da Emenda 29.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://darcisioperondi.com.br/wp-content/uploads/2012/05/7741-corte.jpg" rel="lightbox[5196]" title="7741 corte"><img class="alignleft size-large wp-image-5199" title="7741 corte" src="http://darcisioperondi.com.br/wp-content/uploads/2012/05/7741-corte-500x322.jpg" alt="7741 corte 500x322 Perondi desafia estudantes a participar da luta pelo SUS" width="500" height="322" /></a></p>
<p>O deputado federal Darcísio Perondi (PMDB-RS) palestrou sábado no 2º Congresso de Política e Direito de Santa Maria. Com o tema Política em Saúde: Congresso Nacional e a Sociedade, Perondi relembrou a história do SUS e a relação das conquistas com o trabalho dos parlamentares.</p>
<p>O marco legal ocorreu com a Constituição de 1988, que no artigo 196 determina que a saúde é um direito de todos e um dever do Estado.  Foi um avanço, mas não estabeleceu os percentuais nos orçamentos dos entes federados.  Essa garantia veio em 2000 através da Emenda 29 que vincula gastos mínimos do município (15%), do Estado (12%) e da União (o investimento do ano anterior mais a variação do PIB nominal).  O mais recente avanço foi a regulamentação da Emenda 29, originando a PLC 141. A aprovação no ano passado significou a perda na luta dos 10% como percentual de investimento da União, mas representou a definição clara do que é gasto em saúde. “A regulamentação sancionada em fevereiro determina o compromisso cristalino e definitivo do investimento de 12% pelos Estados já neste ano”, alertou o deputado.</p>
<p>Perondi salientou que a defesa da legislação garantindo a sustentabilidade do SUS deve ser um compromisso da cidadania e da juventude.  Para ele, o jovem deve tomar partido, fazer política, filiar-se independente da sigla e fazer a diferença. Lembrou que no Estado há um movimento suprapartidário encabeçado pela OAB e entidades ligadas à saúde que busca o cumprimento dos 12%. O objetivo é conquistar 1 milhão de assinaturas. “Eu convido a todos os estudantes e jovens de Santa Maria para que se envolvam na campanha dos 12% do SUS, que vai garantir uma rede de atenção mais qualificada e resolutiva”, finalizou.</p>
<p>O Congresso de Política e Direito foi promovido pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/SM), Diretório Acadêmico do Direito Unifra (Dadu), sob a presidência de Carlos Alberto Delgado De David, com apoio institucional da Prefeitura e coordenação científica do professor Vitor Hugo do Amaral Ferreira. A palestra contou com a mediação do médico hematologista Waldir Veiga Pereira.</p>
<p><a href="http://darcisioperondi.com.br/wp-content/uploads/2012/05/7744-corte.jpg" rel="lightbox[5196]" title="7744 corte"><img class="alignleft size-large wp-image-5200" title="7744 corte" src="http://darcisioperondi.com.br/wp-content/uploads/2012/05/7744-corte-500x310.jpg" alt="7744 corte 500x310 Perondi desafia estudantes a participar da luta pelo SUS" width="500" height="310" /></a></p>
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		<title>Áudio &#8211; Movimento Saúde Rio Grande &#8211; assine o manifesto!</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 18:29:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Paiva</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Movimento Saúde Rio Grande se espalha e aumenta a pressão para que o Estado invista 12% em saúde, como manda a Constituição]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Movimento Saúde Rio Grande se espalha e aumenta a pressão para que o Estado invista 12% em saúde, como manda a Constituição</p>

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		<title>Áudio &#8211; Perondi apela para que Dilma sancione Código Florestal</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 19:50:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Paiva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Áudios do Deputado]]></category>

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		<description><![CDATA[Deputado Perondi apela à Presidente Dilma Rousseff para que sancione o texto do Código Florestal, aprovado pela maioria e defendido pelo PMDB]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>09/05</strong></p>
<p>Deputado Perondi apela à Presidente Dilma Rousseff para que sancione o texto do Código Florestal, aprovado pela maioria e defendido pelo PMDB</p>

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		<title>Movimento &#8220;Saúde Rio Grande&#8221; chega a Alegrete</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 17:43:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Paiva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias do Deputado]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de passar por Porto Alegre, Pelotas e Passo Fundo, foi a vez de Alegrete receber um ato público do movimento “Saúde Rio Grande – Cumpra-se a Lei”, que tem como objetivo forçar o Governo do Estado a cumprir o que manda a Constituição Federal e investir 12% de sua arrecadação no financiamento do setor de saúde.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de passar por Porto Alegre, Pelotas e Passo Fundo, foi a vez de Alegrete receber um ato público do movimento “Saúde Rio Grande – Cumpra-se a Lei”, que tem como objetivo forçar o Governo do Estado a cumprir o que manda a Constituição Federal e investir 12% de sua arrecadação no financiamento do setor de saúde. O ato público foi realizado no Centro Administrativo da Prefeitura. Segundo o presidente da Frente Parlamentar da Saúde, deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS), um dos principais incentivadores do movimento, o Rio Grande do Sul é o único Estado da Federação que ainda está longe de cumprir os 12%. Hoje, o Estado não investe sequer 6% de sua arrecadação na saúde.</p>
<p>O Movimento “Saúde Rio Grande – Cumpra-se a Lei” estará em Santa Rosa, no próximo dia 18 de maio, em Caxias do Sul no dia 1º de junho, em Santa Maria, no dia 15 de junho, e volta a Porto Alegre no dia 29 de junho, quando será entregue um abaixo-assinado ao Governo Estadual com um milhão de assinaturas em favor dos 12%.</p>
<p>A mobilização é liderada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/RS) com apoio da Federação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos, Famurs, Amrigs, Conselho Regional de Administração (CRA-RS), Cremers, Associação Brasileira em Defesa dos Usuários do SUS (Abrasus), Sindisaúde, Conselho Estadual de Saúde, entre outras entidades da sociedade civil.</p>
<p><a href="http://darcisioperondi.com.br/wp-content/uploads/2012/05/100_7720.jpg" rel="lightbox[5184]" title="100_7720"><img class="alignleft size-large wp-image-5185" title="100_7720" src="http://darcisioperondi.com.br/wp-content/uploads/2012/05/100_7720-500x324.jpg" alt="100 7720 500x324 Movimento Saúde Rio Grande chega a Alegrete" width="500" height="324" /></a></p>
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