O Brasil reconquista o mundo

Acompanhei o presidente Michel Temer em suas recentes missões oficiais à Rússia e à Noruega, o que me permitiu testemunhar a reorientação positiva que o governo está imprimindo à política externa brasileira. Esta, durante a longa e tenebrosa noite lulopetista, tinha sido despojada do seu caráter histórico de promotora dos interesses nacionais permanentes e reduzida a ferramenta de mistificação ideológica, instrumento de um projeto partidário de perpetuação no poder.

Ora, nos regimes verdadeiramente democráticos, a diplomacia reflete com limpidez as legítimas aspirações do povo a uma existência digna, próspera e a um futuro melhor. A sociedade brasileira quer a volta do crescimento, a retomada dos empregos, a consolidação de um novo círculo virtuoso de seriedade na gestão e na aplicação do dinheiro do contribuinte; confiança do empresariado no governo; novos investimentos privados; inflação e juros baixos; expansão do mercado de trabalho; reaquecimento do consumo; e distribuição de renda. Para alcançar todos esses objetivos, o governo Temer atua em duas frentes simultâneas. No plano interno, ele está disciplinando as despesas da União e fazendo com que elas voltem a caber no orçamento, nos termos da emenda constitucional número 95/2016, que tive a honra de relatar na Câmara dos Deputados; também está batalhando para garantir os direitos dos atuais e futuros aposentados e eliminar os obstáculos burocráticos à geração de empregos – sem violar nenhum direito do trabalhador – por meio das reformas previdenciária e trabalhista que avançam no Congresso Nacional.

Paralelamente, uma série de providências microeconômicas melhora o ambiente de negócios, a exemplo do fim do “operador único” do pré-sal, que dá autonomia à Petrobras para escolher as melhores oportunidades para investir e, assim, acelerar seu processo de recuperação financeira e gerencial depois do bilionário assalto de que foi vítima sob os governos Lula e Dilma.

No plano externo, o governo tem como prioridades o incremento das exportações e a atração de investimentos produtivos, de modo a acelerar a multiplicação de postos de trabalho e absorver tecnologias que impulsionem ganhos de produtividade e competitividade.

A confiança e o respeito que os resultados positivos da ação governamental começam a inspirar, traduzidos em projeções de alta do PIB – após três anos seguidos de crescimento zero ou negativo, juros mais baixos, queda consistente da inflação e criação de dezenas de milhares de novos empregos nos últimos dois meses, refletiram-se na acolhida dispensada pelos governos russo e norueguês à visita de Michel Temer.

Em Moscou, ele e seu colega Vladimir Putin firmaram acordos comerciais e de investimentos cujo valor total ultrapassa 10 bilhões de dólares. O presidente da Rússia lembrou que o Brasil é um dos mais importantes parceiros do seu país, citando como exemplos a participação russa na montagem de turbinas hidrelétricas e na construção de cinco novas usinas e as negociações para investimentos de empresas russas na conclusão da ferrovia Norte-Sul. Em Oslo, capital da Noruega, país que é o  oitavo maior investidor no Brasil, o presidente Temer também foi recebido por uma plateia atenta de autoridades governamentais e dirigentes de empresas, como a petrolífera Statoil; a Aker Solutions e a SIEM Industries, que também atuam no setor de petróleo-gás; a mineradora Hydro, a Statkraft (energia elétrica), além da Knutsen OAS Shopping, da DOF e da Vard (gigantes do transporte marítimo) – todos interessados em participar desta nova e promissora etapa do desenvolvimento econômico brasileiro, sob o signo da Ordem e do Progresso.

Portanto, este não é o momento de mudanças no País. As denúncias feitas contra o Presidente da República visam provocar fatos semanais contra o governo. Pessoas que querem parar o País, parar o Congresso num ato político, com denúncias frágeis e precárias. A disposição de Michel Temer é continuar a trabalhar pelo Brasil, para gerar crescimento e emprego e para aprovar as reformas trabalhista e da Previdência. As denúncias contra Temer, que é um jurista e conhece as leis, não têm consistência e não vão prosperar na Câmara dos Deputados.



Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *